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terça-feira, 1 de julho de 2008

Mais um

Acabei de chegar no trabalho e adivinha? Levei outro tombo no meio da rua, desses rapidinhos que você cai e levanta como se nada tivesse acontecido.
Sério gente. Alguém faz parar? Me dá uma joelheira de presente, me ensina a andar com meus pezinhos 34/35... sei lá!

E quer saber? Não vou nem olhar pro joelho. Se tiver machucado vou ver só a noite.
E tenho dito.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

O casamento e os tombos

Então. Prometi que ia ter post na semana passada. Alguém ai postou aqui??? Não?? Pois é, nem eu.
Sorry, eu sou terrííííííííível, e a preguiça as vezes me maaaaaaaata. Mas aqui estamos nós, no meu, no seu, no nosso mesmo bat canal e em vários bat horários.
Voltando ao fim de semana retrasado, fui pra Minas para o casamento de uma grande amiga de infância. Provavelmente ela estava em todos os posts desse blog de quando eu morava em Muriaé ainda, e tipo assim... ela casou!

Gente. Ela CA-SOU. A primeira do grupo, o começo do fim.

Continuando... a cerimônia na igreja foi muito bonita e ela estava divina. De padrinhos, só tinha a galera e todo mundo se divertiu mesmo durante o casamento. Logo depois veio a festa. Ah..... a festa.
Logo que cheguei já avisei pra todo mundo: TÔ ENFIANDO OS DOIS PÉS NA JACA HOJE! E não deu outra. Enchi a lata, falei um monte de merda, aluguei o noivo pra falar da L. e do quanto ele ia apanhar se fizesse merda com ela, roubei garrafas de Prosecco pra brincar de garçonete e o pioooooor, cai várias vezes.
A primeira (e segunda) vez, eu juro que não foi minha culpa. Eu nem estava tão bêbada assim. Estávamos todos dançando, e o show rolando, quando alguém começa a distribuir aqueles adereços pra quando geral fica bêbado e começa a passar vergonha. Eu, claro, peguei alguns marabús, óculos, neon e tudo mais.
A pessoa que canta na banda é nossa amiga, e eu fui tentar entregar para ele alguma coisa que não lembro no momento, e no chão tinha bebida entornada por toda parte, e algo ou alguém me puxou.... ou empurrou.... não lembro também... e eu cai.
Não cai rapidinho e levantei não. Eu me estabaquei de cara pro palco e meu vestido justo até o joelho não me deixou levantar. Quando me levantaram eu estava rindo taaaaanto que adivinha?????? CAI PRO OUTRO LADO.
Daí depois subi no palco, cantei Like a Prayer, provavelmente interpretando, não lembro... diz a lenda que cantei “fadaaaaaaaaaaaaa.... fada queriiiiiiidaaaaaa” (se não conhece, vem AAAAQUIIII escuta o drama). Seguiu vários momentos de mico que também não me lembro, parece que eu cai de novo perto da mesa de café da manhã e levantei xigando todo mundo porque alguééééééém me empurrrrrooooouuuuuu e tudo mais.
Acordei apavorada no outro dia, com medo de ter sido o destaque na noite. Não fui, graaaaaaaaaaaaaaaaaaaças a Deus. Pelo que fiquei sabendo, cada um teve seu momento de sucesso na noite e ninguém ficou pra trás. O foda é que ninguém ficou com um roxo-meio-preto-com-sangue-preso enooooorme na perna que dói pra caralho e vai durar séculos pra sair. Eu fiquei.

terça-feira, 24 de junho de 2008

A próxima história

Oi gente!!!
Tô muito sumida do blog e tudo mais, mas está tudo mega corrido pra mim. Fiquem tranquilos, que história eu tenho de sobra. Aliás, eu só vim aqui hoje dizer que eu tô com muuuuuito sono e vou postar amanhã sobre o fim de semana, pois antes que eu colocasse qualquer coisa aqui, geral já tá sabendo que eu levei outro tombo... outro não, outros... mereço né? Ahhh, e tem o episódio da rainha do pagodão também. Bom, muitas histórias durante a semana, e juro que amanhã terá pelo menos uma, ok?



E seguindo a sugestão de algumas amigas, pra quem não conhece meu encosto de jaca madura, que adora espatifar no chão nos piores momentos, ai vai alguns tombos ridículos que eu já descrevi no blog:
* A Rainha da Zebra - Tombo na hora da paquera e outras historinhas
* Confissões de adolescente
* Caindo da Área Vip
* Em Juiz de Fora




P.S.: Gente, o que que a gente faz quando o ponto alto do dia foi o professor da auto escola falando "Arrenteee" e "Reziiiiistro"?????

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Confissões de adolescente

Outro dia estava contando ao meu chefe minhas histórias de adolescente. Fui aquela típica adolescente de filme, chata e cheia de clichês.
Muito paparicada, fui crescendo e tomando corpo. Virei "mocinha" antes que todo mundo, mas depois todas as minhas amigas me passaram no quesito "altura" e "corpão". Fazia dança e achava lindo passar o dia andando na rua com roupa de bailarina e um blusão por cima. Tinha meu grupinho de amigas, amadas por uns e odiadas por outros. Me apaixonei diversas vezes, achei que ia morrer de decepção outras milhares... Tive a minha época revoltada com o mundo porque nada dava certo pra mim... Sempre fui do tipo "Drama queen" (confesso, ainda sou um pouco), e é justamente por isso que a minha adolescência me rende tantas risadas.
Eu devia ter uns 13 ou 14 anos... provavelmente nem tinha beijado na boca ainda... Era apaixonada por um garoto que não percebia meus olhinhos brilhantes e achava que eu tratava ele tão mal porque não gostava dele. Minhas amigas sabiam, mas também sabiam que iam ficar sem língua se abrissem a boca sobre esse assunto... resumindo, ele não tinha como perceber e ninguém nunca ia contar.
Certo dia, estava eu e a C. (minha querida amiga de infância) voltando da Educação Física (Blerghhh) todas suadas e horrorosas. Entramos numa galeria pra cortar caminho e lá estava ele dentro de uma loja. Quando eu vi, me recusei a passar em frente. Estava horrível, ele não podia me ver daquele jeito!!! Eis que a minha querida C. teve a brilhante idéia de ir na frente e me avisar quando ele se virasse de costas para que eu pudesse passar. Como planejado, ela foi e me chamou... eu, desastrada como sempre, sai correndo e tropecei no meu cadarço exatamente em frente à loja... cai de cara no chão, tipo uma jaca madura.
Que desespero... a C. desapareceu, e quando ele ouviu aquele estrondo, veio correndo me ajudar... eu não conseguia olhar pra cima de tanta vergonha, com os joelhos ralados, completamente descabelada... levantei, agradeci olhando pra baixo e fui atrás da FDP da C. Quando a encontro sentada em um canto, passando mal de tanto rir e com as calças molhadas... Sim minha gente, ela teve um acesso descontrolado de riso e sua bexiga não aguentou tanta pressão... Não sabia se eu ria da minha cara vermelha e meu joelho sangrando, ou se ria do short molhado dela com o moleton amarrado por cima...

Pra quem acha que meu jeito desastrado é coisa recente, fiquem tranquilos... Eu devo ter levado algum tombo de cabeça no berçário. Como diz meus parentes do interior de Minas, quem nasce torto, morre torto.