Dando continuidade ao post anterior, eu lembrei de uma história ridícula minha.
No auge dos meus 15 aninhos (OOOO epoca boa), fui com uma turma de amigas (mais a minha mãe que foi de irresponsável do grupo) pra Disney, todo mundo de Muriaé e uns gatos pingados do RJ e SP. Foi sensacioal, nos divertimos a beça e como sempre protagonizei os momentos mais idiotas da viagem (que eu ainda vou contar alguns aqui).
No dia que chegamos, iria dividir o quarto com mais 3 pessoas, mas tinha umas 15 lá fazendo bagunça e falando besteira. Até que eu descubro que a cama estava meio quebrada, ou desencaixada... sei lá. Com meu inglês CCAA da época, chamei o quebra-galho do hotel para consertar a cama, enquanto a gente estava comendo pizza e conversando.
O cara chegou, ficou olhando meio de lado pro bando de mulher falando ao mesmo tempo ali no quarto, consertou tudo direitinho, veio na minha direção e estendeu a mão.
Eu fiquei pensando, que cara simpático! Mal me conhece e já me cumprimenta, bem diferente do que me diziam dos americanos... e num impulso inocente apertei a mão dele e agradeci, levando o quebra-galho até a porta. Assim que a porta fechou, foi uma risaiada, todo mundo passando mal de rir da minha cara... e eu sem entender na-da... o que que eu fiz dessa vez?
Até que resolveram me explicar:
- Priscila, minha filha. Larga de ser sonsa, o cara estendeu a mão pra receber sua gorjeta... ou você acha que ele iria consertar sua cama de graça?
Bom, se ele ia consertar eu não sei.... mas ele consertou e eu não paguei nada. Ponto pra mim. =)
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
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